Conheça acerca das funcionalidades do carburador

Conheça acerca das funcionalidades do carburador

Todo automóvel para funcionar de modo correto precisa que sua mecânica esteja em perfeito estado. Os faróis, lanternas, limpadores de para-brisa, embreagem, carburador, ou seja, todos os integrantes necessitam de estar em bom estado a fim de que sua experiência de direção seja muito vantajosa.
carburador Entre os diversos componentes imprescindíveis para o veículo, um deles se enfatiza com relação aos demais: o carburador. Entretanto você entende qual o real papel deste importante componente veicular? Você tinha consciência, por exemplo, que ele contribui na preservação do seu motor? Não?!
Agora, não perca mais seu tempo precioso e tire todos os seus questionamentos! Vamos lá?

Saiba o que é um Carburador

O carburador é um componente mecânico incumbido pela sustentação de um motor à combustão. Ele é encarregado da criação da mescla ar/combustível e sua dose em motores de combustão interna, seu trabalho principal é completamente mecânico.
Usado nos veículos por mais ou menos um século, o carburador passou por transformações em se tratando de modernização. O carburador foi comandado por equipamentos eletrônicos antes de finalmente ser trocado por uma outra técnica: a injeção eletrônica.
O seu uso hoje limita-se a corridas, colocado em automóveis de elevado desempenho ou ainda na produção de motos, sendo pouco a pouco alterado pela injeção eletrônica. Como benefício tem o custo como aliado, sendo a preservação ligeiramente mais barata com relação a injeção eletrônica, no entanto gastando mais combustível, e existe a necessidade de manutenção periodicamente.
Os carburadores foram desenvolvidos no fim do século 19, ciclo considerado o início da história automotiva. Seu título decorre da palavra em francês “carbure”, que significa carbeto. O carburador é um invento totalmente mecânico usado para mesclar o ar e o combustível utilizados até a metade da década de noventa. O último automóvel carburado do nosso país foi a VW Kombi do ano de 1998.

Entenda o funcionamento do Carburador

O ar aspirado pelo pistão passa em altíssima velocidade pelo difusor (um estreitamento de passagem) trazendo uma quantia de combustível de um pequeno compartimento reservatório intitulado “Cuba”. A borboleta que é conectada diretamente ao pedal do acelerador controla conforme sua abertura a porção de composto que o motor precisa aspirar.
Quando acionada, uma bomba injeta uma quantidade de combustível da cuba diretamente pelo difusor para a aceleração rápida. Por esta porção, ele determina o número de RPM e a força que o motor desenvolverá. Em marcha demorada achando-se a borboleta fechada, uma agulha de mesclagem controla a entrada de oxigênio e combustível.

Vantagens do Carburador – Descubra todas

 

 

    • Exige menos da parte elétrica já que é um dispositivo de alimentação mais simples de forma que o combustível é “arrastado” pelo ar para o interior do motor.
    • Sua conservação, exceto certos casos, é mais fácil e em conta, possibilitando em ocorrências de pane realizar o socorro do automóvel no local possibilitando com que ele retome o curso através dos próprios meios ainda que provisoriamente, porém para se elaborar um serviço excelente deve-se utilizar muito mais ferramentas, calibradores, manuais e tabelas.
    • Pelo fato de ser um instrumento simples, sua construção é barata em comparação a procedimentos de injeção eletrônica de combustível.
    • Pelo fato de serem mecanismos simples, os carburadores também são mais leves e compactos que aqueles de injeção eletrônica.
    • Pelo fato de serem rudimentares, menos pesados e de simples elaboração são utilizados em karts. Nos karts de competição podem significar um veículo campeão ou um fracasso nas pistas, tendo sua fabricação tão fundamental quanto o motor.

 

 

Contras do Carburador

Apesar de todas as suas vantagens, os carburadores apresentam algumas desvantagens. Veja em seguida:

 

    • Como não utiliza nenhum sensor ( salvo carburadores mais novos) não tem possibilidade de se encaixar com plenitude a qualquer uma das situações de uso a que é sujeitado. Assim, o carburador nem sempre consegue ter uma eficiência tão boa ou superior que um dispositivo contemporâneo de injeção eletrônica.
    • O princípio de andamento do carburador é o de acelerar o ar para que este leve o combustível para o interior do motor. Isto gera um gargalo no motor. Sem dizer que, somado ao caso do carburador jamais obter a mais apropriada ligação ar-combustível, pode ocorrer que a potência desenvolvida jamais seja total para aquele motor comparando-se a sistemas atuais de injeção de combustível.
    • O carburador que não usa sensores não é auto-adaptativo. Sendo assim, não pode usar diversos tipos de combustíveis como as injeções eletrônicas “flex”.
    • Com as normatizações atuais no que concerne a emissões, este equipamento de formação de mistura não segue mais nenhum valor permitido pelos órgãos regulamentadores.

 

Carburador – Saiba tudo acerca de seu funcionamento

Recentemente, somos capazes de afirmar que nenhum automóvel novo faz uso dos carburadores. Os padrões rudimentares de injeção eletrônica são tão em conta que não há motivo para utilizar algo complexo como um carburador.
É capaz de ser que você esteja infectado com o vírus da corrosão ou não seja simpatizante da eletrônica. Pode ser inclusive que você apresente curiosidade de entender como os motores chegaram no lugar em que encontram-se hoje. Tudo iniciou devido ao bom e antigo carburador.
A fim de que o motor funcione de modo correto, é necessário haver ar suficiente mesclado ao combustível a fim de que ele queime totalmente durante a combustão. Uma mistura ideal, na qual todo o combustível é queimado, é chamada de mistura estequiométrica. Preservar a razão estequiométrica deixa que o motor tire o máximo proveito da densidade de energia do combustível.
Caso exista menos ar que o necessário, a mistura vai estar rica/gorda, e irá causar consumo demasiado de combustível e fumaça em grande quantidade expelida pelo escapamento, e o motor vai afogar. Se houver ar demais mesclado ao combustível, a mescla será pobre, e sua queima vai produzir menos intensidade e mais calor.
Devido a isso, os engenheiros automotivos devem aperfeiçoar esta relação para adquirir o máximo de trabalho mecânico da combustão. A relação preferível de ar+gasolina é 14:1, e de álcool é de 9:1 – ou melhor: para cada parcela de etanol são precisas nove partes iguais de ar. Querer assegurar essa relação precisa esteve na lista de prioridades da engenharia automotiva por vários decênios.

Procedimentos de um Carburador – Conheça tudo

Ainda que bastante gente encare os carburadores como mecanismos mágicos, eles são fundamentalmente um tubo através do qual o ar filtrado flui após ser admitido pelo coletor do veículo. No interior desse tubo existe um afunilamento onde gera-se vácuo. Neste estreitamento existe um pequeno furo denominado giclê ajustado por um dispositivo de agulha e bóia.
O vácuo gerado no venturi puxa o combustível da cuba, que está sob pressão atmosférica. Quanto mais rápido o ar passa pela garganta do carburador, menor a pressão no venturi. Isto leva ao aumento da diferença de pressão entre o venturi e a cuba de nível constante, e desse modo mais combustível passa pelo giclê e se mistura ao ar admitido.
Mais abaixo do giclê, há uma válvula borboleta que abre por meio de um cabo fixado ao pedal acelerador. Esta borboleta é capaz de abrir inteiramente, permitindo um fluxo de ar mais veloz através do carburador, ocasionando maior vácuo no venturi, o qual envia mais combustível ao motor, criando mais potência. Em marcha lenta, a borboleta está completamente fechada, contudo há um giclê de marcha lenta autossuficiente desta válvula que envia uma determinada mescla ar-combustível ao motor. Sem o giclê de marcha lenta, o motor morreria se o condutor não mantivesse o acelerador apertado.
E aquela alavanca que você observa nos automóveis antigos? Aquilo é o afogador. O afogador serve para enriquecer a mescla ar-combustível na ocasião da partida. Na ocasião em que você puxa a alavanca, a válvula do afogador fecha e limita o fluxo de ar na entrada do carburador. Isto enriquece a combinação para simplificar a partida.
Com o motor aquecido, basta empurrar o afogador de volta e deixar seu motor se alimentar daquela mistura estequiométrica mágica.

Veja os diversos modelos de carburadores existentes

 

Carburador eletrônico

carburador-eletronico Esse emprega um sensor para efetuar o seu funcionamento. Ele foi um dos últimos modelos de motores carburados criados. Devido ao sensor, ele mantém uma melhor proporção de ar e combustível, o que aperfeiçoa o rendimento e a economia do veículo.

Carburadores comuns

Quanto ao carburador comum, é possível separá-lo também em 2 tipos: comum e duplo. O simples, como o próprio nome sugere, é que ele possui um único duto por onde cruza o ar. Isto é, ele possui um único venturi. Já o carburador duplo conta com 2 venturis.

Funcionamento do carburador duplo

carburador-duplo A ideia é aumentar a potência do veículo usando um venturi extra, o que possibilita um vácuo maior. O carburador duplo ainda possui 2 borboletas. Geralmente, ele abre em dois estágios: o primeiro em pequenas velocidades, e o segundo no momento em que se requer mais do motor. Existem casos em que eles são simultâneos, ou seja, não interessa a velocidade, ambos acionam em conjunto.

Entretanto, afinal: é possível dizer qual é o adequado?

Sim, os carburadores duplos permitem uma maior explosão por parte do motor, consequentemente, uma maior potência. Obviamente, diversas vezes, isto indica um gasto maior de combustível a fim de dar conta desta demanda.

Saiba quais são os defeitos presentes num carburador

Um dos problemas mais frequentes é o motor engasgar em marcha lenta e em alta velocidade. Parece várias vezes até que o combustível está adulterado, no entanto não é isto. Realmente, seu carburador pode estar vazando. Porém o que fazer à vista disso? Você vai precisar examinar o parafuso de mescla de marcha lenta e da mistura principal.
Além disso, verifique a vedação do carburador. Muitas vezes, por causa da condição climática, ele pode ficar com trincados, exibindo ressecamento e avarias. Diante disso, procure seu mecânico e perceba se é possível realizar um reparo ou se já está na hora de alterar o seu carburador.
Outro defeito é no momento em que o motor não dá partida. Ele é capaz de exibir problemas no momento em que em marcha lenta ou ficar sem potência na ocasião em que se encontra em alta velocidade. Na ocasião em que isto acontece, o carburador está fora de ajuste. Entretanto como proceder em um caso desses?
Basta regular o parafuso de mescla do carburador. Em várias circunstâncias, você não vai conseguir ajustar o parafuso adequadamente. Caso isso aconteça, é capaz de ser que alguma das peças do parafuso esteja avariada. Consequentemente, vai ser preciso fazer a substituição de todas essas peças.
Se o motor não ficar em marcha vagarosa e a rotação se encontrar muito alta, verifique o afogador do carburador e as placas de aceleração. De modo geral, irá ser precisa a modificação de alguma destas peças. E, na ocasião em que o carro não arranca ou não preserva a alimentação de combustível em altas velocidades, você precisará ajustar o cabo ou linha de controle de aceleração.

Saiba como fazer a preservação de um carburador

Uma boa limpeza ajuda a manter a conservação de todas as peças. Contudo como foi dito, apenas faça isto se você tiver convicção que conseguirá regular tudo outra vez. De nada adianta você deixar o carburador do seu automóvel limpinho se não souber como encaixar a borboleta para ele não ficar acelerado, ou o parafuso para que o funcionamento fique impecável.
Contudo aí vem o X da questão: Como fazer a manutenção apropriada do seu carburador? Nós iremos auxiliar você.

Efetuando uma manutenção apropriada

É relevante que você verifique todas as peças, para avaliar se há alguma avaria, fissuras ou rachaduras. Caso o estrago seja pouco, é possível arrumar as peças, no entanto normalmente não compensa. Normalmente, o custo para fazer o conserto é maior do que a peça nova. Então, compare e veja se vale a pena. O mais indicado é substituir a peça e botar uma nova.
Entretanto, caso você resolva fazer a conservação é preciso seguir algumas dicas. A preservação cíclica do carburador deve ser efetuada a cada 30.000 km e constitui-se numa revisão com desmontagem e higiene de todos os componentes, além da regulagem ao término do reparo. Além do mais, as alterações de óleo e filtro fazem parte da manutenção do carburador.
Você pode fazer uso de certas ferramentas, como chave de boca e chaves de fenda, por exemplo. Tudo dependerá do perfil de carburador que seu automóvel tem. Ainda é primordial dar uma olhada na chapa de identificação da peça, onde é demonstrado o número do carburador, o modelo do veículo que equipa e as especificações das peças para substituição.

Importância da limpeza dos equipamentos

Antes de montar o carburador, as peças necessitam de estar todas limpas e inspecionadas quanto a trincas, empenos e folgas, além de tudo os gangulantes têm que estar segundo as especificações da empresa.
É fundamental recordar que, ainda que seu carburador não apresente falhas, a limpeza se faz muito necessária. Preferêncialmente, faça a revisão semestralmente. Esta revisão preventiva irá evitar o ressecamento do diafragma e das juntas e a oxidação interna.
O alto índice de álcool na composição da gasolina, que chega a vinte e sete por cento tanto na comum quanto na aditivada, gera nos carburadores tradicionais os prejuízos que não ocorrem em carburadores preparados para operar com etanol. Tem-se um tipo de gel transparente, que se forma em seu corpo e ocasiona mau funcionamento e dificuldades de ajustagem.

Escolha sempre um carburador novo!

Bem como as peças, há consertos que são mais dispendiosos que um carburador novo. Ou seja, entre ficar com um carburador que pode dar problemas no futuro, ou pôr um novo, vale muito mais a pena pôr o novo. Isto é sugerido sempre que os defeitos apresentados são na estrutura principal. Geralmente, um duto entorta e o conserto é muito mais difícil de ser produzido e mais oneroso.

Preço em média de um carburador

Como mencionado acima, é necessário escolher bem quais dispositivos utilizar e com o carburador é a mesma coisa. Conhecendo a importância de se botar um carburador novo e de qualidade no seu veículo, é bem importante ainda verificar o custo de cada um para que o custo-benefício seja aceitável. Em um veículo, o barato acaba por se tornar caro com facilidade.
Apesar disto, pela internet, você consegue ter uma excelente ideia a respeito de valores. Em certos sites especializados você acha carburadores de R$ 140 a R$ 5 mil. Tudo varia dependendo do modelo e o rendimento que você deseja. Vários motoristas querem inclusive ampliar a potência do automóvel. Nestes casos, as peças são bem mais caras.
Lembre de pedir sugestões para o seu mecânico e analisar junto com ele o que vale a pena ou não. Na média, os valores oscilam de R$ 300, 00 a R$ 1. 200, 00.

Entenda a respeito da Injeção Eletrônica

injecao-eletronica A injeção eletrônica é um dispositivo de alimentação de combustível e gerenciamento eletrônico de um motor de um veículo automotor – motor a combustão. Sua utilização em larga escala se deve à necessidade das indústrias de automóveis diminuírem o coeficiente de emissão de gases poluentes.
Este dispositivo possibilita um controle mais eficiente da mescla admitida pelo motor, mantendo-a mais próxima da mistura estequiométrica (mistura ar/combustível). Isso se traduz em maior economia de combustível, visto que o motor trabalha constantemente com a mistura apropriada, e ainda aperfeiçoa o desempenho do motor.
O sistema faz a leitura de muitos sensores espalhados em locais estratégicos do motor. Ele examina as descrições e baseado em outras informações gravadas em sua memória manda comandos para diversos atuadores espalhados em pontos estratégicos do motor. Este procedimento é efetuado diversas vezes por minuto baseado nos movimentos da cambota.

Elementos do sistema de Injeção Eletrônica

O sistema de injeção eletrônica tem muitos segmentos. Entre eles se destaca a Central. Nessa ficam armazenadas as descrições do automóvel e seu funcionamento. A Central também efetua os cálculos programados para gerenciar o motor, tanto na alimentação quanto na ignição.
No entanto há inclusive outros elementos importantíssimos que se decompõem em 2 grupos. Leia em seguida:

Sensores – Veja os inúmeros tipos

São peças que captam descrições para a central, transformando movimentos, pressões, e outros, em sinais elétricos a fim de que a Central possa analisar e decidir qual tática acompanhar.

 

    • Sensor de posição da borboleta de aceleração – Esse sensor informa para a central a posição instantânea da borboleta. Ele é instalado junto ao eixo da mesma, e permite à central diagnosticar a potência que o motorista está solicitando do motor, entre outros procedimentos de funcionamento.
    • Sensor temperatura líquido de esfriamento – Informa à central a temperatura do líquido de esfriamento, o que é bastante fundamental, dado que identifica a temperatura do motor. Emitindo um sinal a unidade de comando. que por sua vez muda o tempo de injeção, avanço de ignição, entrada de ar no coletor e até uma porção extra de combustível pelo injetor de partida à frio.
    • Sensor temperatura ar – Esse informa à central, a temperatura do ar que entra no motor. Junto com o sensor de compressão, a central consegue calcular a massa de ar admitida pelo motor e, deste modo, explicitar a quantidade de combustível adequada para uma combustão completa.
    • Sensor pressão do coletor – Incumbido por dizer a diferença de pressão do ar dentro do coletor de admissão, entre a borboleta e o motor, e o ar atmosférico.
    • Sensor rotação – Diz para a Central a rotação do motor e na grande parte dos dispositivos a posição dos êmbolos, para a central realizar o sincronismo da injeção e ignição. Na maioria dos projetos, ele é instalado superior a uma roda magnética dentada acoplada no virabrequim, no entanto pode ser encontrado em outros eixos também.
    • Sensor detonação – Possibilita à central, detectar batidas de pino no interior do motor. Esse sensor é fundamental para a vida do motor, dado que os motores modernos trabalham em situações críticas.

 

Atuadores

Os atuadores são elementos incubidos pelo controle do motor, recebendo os sinais elétricos da central eles controlam as reações do motor.

 

    • Injetores – Encarregados pela injeção de combustível no motor, a central modera a quantidade de combustível por meio do tempo que mantém o injetor aberto (tempo de injeção). Esses são capazes de ser classificados por seu dispositivo de funcionamento: monoponto (com só um injetor para todos os cilindros) e multiponto (com um injetor por cilindro). Sendo que estes injetam combustível de forma indireta, antes do começo das válvulas de admissão, existe também a injeção direta, que os injetores de combustível injetam no interior da câmara de combustão.
    • Bobinas – Item que fornece a faísca (centelha) para o motor. Os dispositivos antigos (ignição tradicional ) usam uma bobina e um distribuidor a fim de distribuir a faísca a todos os cilindros, já os dispositivos modernos (ignição estática) utilizam uma bobina conectada diretamente a 2 cilindros ou até uma bobina por cilindro. A central é incumbida pelo avanço e sincronismo das faíscas.
    • Motor corretor marcha lenta ou motor de passo – Usado para admitir uma entrada de ar suficiente a fim de que o motor conserve a marcha lenta, indiferente às demandas do ar condicionado, alternador e outros que possam afetar sua estabilidade. Geralmente, o atuador é colocado num desvio (by pass) da borboleta, sendo capaz de controlar o fluxo de ar no tempo em que ela se acha em descanso.
    • Bomba de combustível – Responsável por oferecer o combustível sob pressão aos injetores. Na maioria dos sistemas é colocada no interior do reservatório (tanque) do veículo, ela bombeia o combustível de forma frequente e pressurizada, passando pelo filtro de combustível até alcançar os injetores.
    • Válvula purga canister – Admite a agitação dos gases produzidos no reservatório de combustível para o motor. Geralmente é acionada com motor em alta exigência.

 

 

Injeção Eletrônica – Sugestões de conservação

Este dispositivo foi originado com a finalidade de diminuir a transmissão de gases poluentes. Porém, a fim de que isso ocorra, é indispensável que seu funcionamento esteja em dia. Para esse fim, certos cuidados se fazem fundamentais. Saiba quais são:

 

    • O consumo excessivo de combustível ou ausência de potência do motor pode sugerir insuficiência no dispositivo.
    • No painel da maioria dos veículos existe uma lâmpada de advertência ( geralmente um pequeno motor em amarelo) que ao piscar ou permanecer acesa com o motor em funcionamento, sugere alguma irregularidade.
    • A conservação preventiva do sistema de injeção irá poder revisar a formação de carvão na câmara de combustão, impedindo prejuízos ao motor.
    • Quando surgir complicação em fazer o motor funcionar pela manhã ou ele falhar/engasgar, é capaz que o sistema necessite de limpeza e/ou de manutenção. Isso ainda é válido para veículos que contém carburador.
    • Não pise no acelerador de automóveis com injeção para ligar o motor, uma vez que após a partida ele inicia seu funcionamento relativamente mais acelerado e logo volta à aceleração normal.
    • Prudência ao fazer “chupeta” em automóvel com injeção eletrônica, visto que uma sobrecarga ou uma inversão de polaridade dos cabos da bateria é capaz de avariar os equipamentos eletrônicos.
    • Não limpe o motor com jatos de alta pressão, pois isso pode provocar problemas no funcionamento do automóvel e danificar os equipamentos eletrônicos.
    • Realize preservação preventiva do sistema a cada 30.000 km.
    • Os combustíveis aditivados ajudam a conservar o conjunto da injeção limpo.
    • Jamais deixe baixar integralmente o nível do combustível. Como a bomba elétrica de gasolina fica no interior do tanque, é o próprio combustível que a arrefece. Se ela esquenta muito, sua durabilidade reduz. Além de tudo, com o tanque vazio todas as imundícies sobem para a injeção e são capazes de entupir os bicos.

 

Carburador ou injeção eletrônica – Entenda a diferença

Já faz algum tempo que a injeção eletrônica apareceu a fim de substituir o carburador tradicional. Por ser mais eficaz e causar um impacto ecológico muito menor, ela já é empregada em praticamente todos os veículos que rodam pelo nosso país.
Independentemente do seu uso não ser obrigatório em motocicletas, muitas empresas vêm preferindo pela injeção eletrônica em seus novos automóveis. Ainda assim, é comum encontrar quem não conheça as diferenças entre esses 2 dispositivos de alimentação do motor.

Funcionamento do carburador – Entenda sobre

Os carburadores foram os primeiros aparelhos de alimentação de combustível da história automotiva. Eles foram empregados no desenvolvimento de veículos no decorrer dos anos 90.
Com o objetivo de que ocorra a queima de combustível e um motor funcione, é vital que ele se misture com o ar na dosagem correta. Nos motores com carburador, esta mescla é feita de maneira mecânica.
O carburador é composto, basicamente, de um tubo por onde flui o ar que é recebido pelo coletor. Nele, há um estreitamento em que desenvolve-se vácuo e o combustível é injetado de forma contínua. Ao ativar o acelerador, o conjunto envia a mistura de ar e combustível ao motor.

Conheça as qualidades do carburador

O funcionamento do carburador é muito mais simples do que da injeção eletrônica. Por causa disso, sua conservação também geralmente é mais barata. Por também ser mais compacto, atualmente ele normalmente é empregado em aparelhos como cortadores de grama, motosserras, etc.
Por funcionar de maneira mecânica, o carburador não tem a capacidade de se adequar às diferentes situações de uso. Isso faz com que ele consuma uma porção maior de combustível e emita mais poluentes do que o sistema atual.
Por causa disso, ele também não possibilita que o motor desenvolva o máximo da sua potência. Uma vez que a relação entre ar e combustível dificilmente vai ser a ideal.

Saiba como opera a injeção eletrônica

O dispositivo de injeção eletrônica alimenta o motor de forma melhorada. Para isso, ele é composto de diversos sensores os quais coletam informações com relação ao funcionamento do automóvel. Essas informações chegam até uma central de informações, um chip eletrônico que atua como o cérebro do sistema.
Esse item analisa os dados recebidos e transmite comandos de alimentação para os atuadores – bomba de combustível, bicos injetores, etc.

Conheça as vantagens da injeção eletrônica

Fazendo operar em condições apropriadas, a injeção eletrônica permite um uso mais eficiente do combustível, o que resulta em uma economia. A emissão partículas poluidoras ainda é bem contida com este sistema. Diferentemente dos motores com carburadores, os motores por injeção eletrônica não contam com complicações na hora da partida em dias gélidos.
Ainda por cima, existem mais razões a fim de que o sistema de injeção eletrônica seja tão adotado nos dias atuais. Veja a seguir:

 

    • Aperfeiçoa o rendimento do motor
    • Tem longevidade mais extensa
    • Permite menor gasto de combustível
    • Atenuação na propagação de gases